CRAVA-TE COMO ESPINHO! Crava teu corpo, ao meu como se o teu, espinho fosse, deslizando na pele que é minha, deslizando em forma de carinho marcando-me sem fim, sem pudor ou medo algum, como se quissemos ir além de nós num lugar algum em que beijos e carícias se fossem formando, em nossos corpos deixando sinais de amor, de paixão a cada bater do coração... Aveluda teu toque em meu ser como a cada novo amanhecer o sol vem beijar teu corpo mulher, dando-me novo e doce renascer por te olher, te contemplar, bastanto, em ti, os olhos, pousar para saber que a teu lado o acordar é novo rejuvenescer por te ter... e por isso, enrosca-te, encosta-te, enrola-te, transforma-te, transborda-te nos limites que vão além de mim como se nosso amor fosse jardim em que brotam sentimentos, em que se cheiram pensamentos, se libertam deslumbramentos... Crava-te em mim, a cada beijo, a cada novo abraço de desejo... crava-te em mim nas tuas unhas, como não tendo dúvidas algumas... crava-te em mim, e marca teu...
Mensagens populares deste blogue
EM NUVENS DE ESCURIDÃO Nuvens negras, bem ao longe, vejo-as eu para encobrirem meu caminho e me assustarem até de minha sombra! Escuridão de vida em que a minha acabou por se tornar sem luz que me guie nem norte para me orientar nem ninguém para me apoiar. Becos sem saída de perdições mil, experiências mal sentidas de dramas que eu vivi, onde não sabia de mim nem nada me importava, caminhos sem rumo dos quais não sabia se voltava! Que caminho quero ao certo em parte nem sei dizer, mas que ao menos seja um que não me faça voltar a perder… tornando-se naquele caminho em que me poderei encontrar sem medo do que em mim eu vou saber aprender a valorizar! Hugo Oliveira ©
Parece terrível a ideia de não haver ninguém depois - lembro-e de ter pensado há muitos anos que a minha morte não seria tão definitiva porque continuariam a viver pessoas que iriam sentir o mesmo que eu, algo assim.
ResponderEliminarMas gostei do poema.
A morte é fatal?
ResponderEliminarTriste o poema. Penso que a morte é tão só o final do caminho.
ResponderEliminarObrigado pelas vossas interpretações/comentários.
ResponderEliminarFazem sentido, na medida em que cada um interpreta o que lê ao seu modo, como o sente, e por isso são todas válidas!